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Técnicas e Tratamentos

Clinicamente, a infertilidade é diagnosticada quando não se atinge uma gravidez após 12 meses de relações sexuais regulares e desprotegidas.

As causas da infertilidade são muito variadas e a Medicina da Reprodução é uma área em constante evolução.

Os tratamento de infertilidade ajudam a natureza a seguir o seu curso. Não são técnicas “milagrosas” e “infalíveis”, são uma oportunidade que a ciência oferece de se poder cumprir o instinto de reprodução e de prestação de cuidados.

O seu caso

A abordagem inicial ao problema da infertilidade começa normalmente pela realização de testes básicos. Na mulher, são feitas análises clínicas para verificação de níveis hormonais, avaliação ecográfica e exame ginecológico. No homem, o mais importante é o espermograma, para avaliar a qualidade do esperma.

As causas da infertilidade são muito variadas, existindo técnicas adequadas a cada situação. Entre as técnicas habitualmente usadas na Ferticentro, destacamos a Inseminação Intra-Uterina (IIU), a Fertilização In Vitro (FIV), a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides (ICSI), e o tratamento com Doação de Ovócitos.   Saber mais

Inseminação Intra-Uterina

A Inseminação Intra-Uterina (também conhecida por Inseminação Artificial) consiste na deposição de espermatozóides no interior da cavidade uterina por meio de um cateter apropriado. É um tratamento de fertilidade que pode ser realizado quer em ciclos estimulados, quer em ciclos naturais ou não estimulados. A inseminação artificial deve ser feita quando há ovulação, de modo a aumentar a probabilidade de ocorrer fecundação.

A Inseminação Intra-Uterina pode ser feita com o esperma do elemento masculino do casal (quando aplicável) ou com recurso a esperma de dador (Inseminação Intra-Uterina com Esperma de Dador - IAD). Está especialmente indicada em mulheres com menos de 35 anos e que tenham trompas saudáveis.   Saber mais

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Fecundação In Vitro

Na Fecundação In Vitro, os ovócitos são recolhidos a partir dos ovários e colocados no mesmo meio que os espermatozóides, aguardando-se a fecundação. Uma vez obtidos embriões, estes são transferidos para o útero da mulher, para que se implantem e dêem origem a uma gravidez.

A Fecundação In Vitro é indicada principalmente em casos de infertilidade inexplicada ou de obstrução ou ausência de trompas.   Saber mais

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Microinjecção Intracitoplasmática de Espermatozóides

Nos casos em que exista fator masculino, idade da mulher acima dos 35 anos, ou ausência de fecundação em tentativas de FIV convencional, poderá ser aconselhada a realizar uma Microinjecção Intracitoplasmática de Espermatozóides (ICSI).

Este procedimento consiste na injecção de um único espermatozóide no interior de um ovócito, de forma a dar origem a um embrião.

Na ICSI, os ovócitos são recolhidos a partir dos ovários e fecundados com espermatozóides em meio laboratorial, com o controlo do embriologista. Uma vez obtidos, os embriões são transferidos para o útero da mulher para que se implantem e dêem origem a uma gravidez.

Para realizar uma ICSI é necessário apenas um espermatozóide por óvulo, enquanto que na FIV clássica são necessários entre 50.000 e 100.000 espermatozóides.   Saber mais

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Tratamento com Doação de Óvulos

Quando, por razões médicas, não é possível fazer tratamento com os ovócitos da mulher, poder-se-á recorrer a ovócitos de dadora.

A ICSI com doação de ovócitos possibilita a mulheres em falência ovárica ou com determinadas doenças genéticas, a concretização do seu sonho de engravidar e ser mãe. O processo de doação é totalmente confidencial. Existe um conjunto de procedimentos que fazem com que todo o tratamento seja feito segundo as mais restritas normas de qualidade e segurança e de acordo com as exigências definidas pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida.   Saber mais

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Tratamento com Doação de Embriões

A Lei portuguesa prevê que os embriões criopreservados, obtidos no contexto de um tratamento de FIV ou ICSI, possam ser doados a outros beneficiários de tratamentos de PMA, nos casos em que já não os pretendem transferir. Nestas circunstâncias, o(s) elemento(s) originalmente proprietário(s) dos embriões assina(m) o modelo de consentimento informado específico para o efeito, elaborado pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida. Este documento estabelece a renúncia aos direitos sobre os embriões, a favor de outro(s) paciente(s).   Saber mais

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A doação não envolve qualquer compensação económica para o paciente que foi dador. Este é um ato puramente altruísta. O receptor paga apenas as despesas médicas relacionadas com o processo de criopreservação e descongelação dos embriões.

A disponibilidade de embriões doados é limitada, pelo que terá de ser confirmada pela nossa equipa.

 

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